Entrevista exclusiva com Divulsor - CANGAÇO RÁDIO ROCK

Entrevista exclusiva com Divulsor


Cangaço Rádio Rock: O Divulsor começou recentemente, em 2016. O que o motivou a criar uma banda de Death Metal?
Bruno Schmidt: Antes de tudo obrigado pelo espaço concedido na página Cangaço Radio Rock, obrigado pelo apoio. Ah sim, a ideia de começar o Divulsor já vinha de algum tempo, eu estava com material para algum projeto que não combinava com as bandas que eu tocava na época. Sou um fã de Metal, mas creio que tenho uma tendência a querer fazer um som mais voltado para o extremo.

Cangaço Rádio RockComo a banda enxerga a cena metal atualmente?
Bruno Schmidt: Enxergo como sendo muito vasta, com lados positivos e negativos. Escuto Metal há mais de vinte anos, hoje tudo está muito acessível, mudou muito, antes a pessoa naturalmente conhecia uma ordem de bandas e, se ela se “esforçasse” iria achar outras. Hoje alguém conhece Behemoth antes de um Exodus por exemplo... É muito louco (risos).

Cangaço Rádio RockVocê poderia nos dizer o diferencial do Divulsor em relação as outras bandas, que o mundo deveria conhecer?
Bruno Schmidt: Olha, eu prefiro sempre que os outros me digam as impressões sobre o som, mas tento fazer músicas que as pessoas lembrem, com andamentos diferentes. Mas honestamente bebo na fonte do básico do Brutal Death Metal.


Cangaço Rádio RockComo você descreve sua forma de tocar?
Bruno Schmidt: Bem, não sou um guitarrista técnico, longe disso, mas tento sempre colocar um ‘punch’ nas músicas, algo que combine com o vocal e faça o som sair preenchido o máximo possível que um “one man band” possa. 

Cangaço Rádio RockComo é realizado o processo de composição das músicas?
Bruno Schmidt: Varia muito, pode ser que eu esteja tocando guitarra e sem querer faça algo que ache legal, ou imagine alguma pegada de bateria e construa algo em cima. 

Cangaço Rádio RockQual a maior dificuldade em ter uma banda autoral nos dias de hoje? O que você acha que pode ser mudado, no geral, para que o Metal nacional tenha mais espaço?
Bruno Schmidt: Dificuldades sempre terão, Metal extremo é uma contracultura, e pra tocar tem que estar disposto. Mas acredito que o problema é como um geral no país, que tem dificuldades para qualquer coisa. Muitos lugares não investem em equipamentos decentes, estrutura, tem que tirar leite de pedra. Estradas são ruins para viajar, correios são caríssimos e demorados para enviar material.

Cangaço Rádio RockComo você vê a cena na sua região? Há muitos eventos? É uma cena unida?
Bruno Schmidt: Olha é sim, o povo se ajuda em um geral. Não vi muita intriga por aqui em Curitiba, as bandas são boas e fazem shows com regularidade, quem gosta consegue ver. Mas antigamente tinham mais lugares para realizar eventos, isso sem dúvida.

Cangaço Rádio RockSendo um ‘one-man-band’, a banda tem o desejo de fazer turnê na Europa? E sobre o novo álbum, o que você poderia adiantar aos nossos leitores?
Bruno Schmidt: Ah acredito que o sonho de 90% das bandas é tocar na Europa, sem dúvida. Mas o que eu penso por hora é tocar por aqui no Brasil, levar o som para estados diferentes. Em novembro vou tocar no Criminal Metal Camp na Argentina, que é um festival muito legal de bandas extremas. O novo disco está quase completo, vai ser um full lenght e seguir a linha do EP mas um tanto mais brutal. 

Cangaço Rádio RockAgradecemos demais pela entrevista, e o espaço é seu para deixar sua mensagem.
Bruno Schmidt: Novamente obrigado pelo espaço aqui, muito bacana o trabalho de vocês de apoiarem e divulgarem a música. O Divulsor está aberto para shows, somente entrar em contato nos endereços abaixo:  Facebook: https://www.facebook.com/divulsor/ ou E-mail: divulsor@gmail.com

Divulsor é:
Bruno Schmidt: Todos os instrumentos

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